As cinco etapas que transformam um edital em patrimônio registrado no seu nome. Sem atalho e sem você sozinho em nenhuma delas.
Nenhum lance acontece antes de a análise terminar.
Cada oportunidade passa por leitura completa do edital e da matrícula, linha a linha: dívidas de condomínio e IPTU, hipotecas e penhoras, o processo por trás do leilão (judicial ou extrajudicial) e a situação real de ocupação do imóvel.
A conta também fecha antes: além do lance, entram ITBI, comissão do leiloeiro, custas e eventuais dívidas assumidas. O imóvel só avança se passar na régua de rentabilidade da curadoria.
Arrematar dívida escondida. Depois do martelo, surpresa não tem desconto: por isso ela aparece antes, no papel.
A maioria das assessorias não diz até onde ir. Aqui, o teto é definido junto.
Com a análise na mesa, o teto do lance é calculado com critério de rentabilidade e definido em conjunto com você, antes do pregão. Não é palpite: é o número acima do qual a oportunidade deixa de fazer sentido.
E existe disciplina: se a disputa passar do teto, a orientação é sair do leilão. Oportunidade boa é a que fecha a conta, não a que ganha a disputa.
Pagar caro na emoção. Leilão é desenhado para acelerar decisões; o teto definido a frio protege você do lance de ego. O teto é critério de decisão, nunca promessa de resultado.
Do cadastro ao auto de arrematação, você não passa por nenhuma etapa sozinho.
Antes do dia: habilitação no site do leiloeiro, documentação e caução quando exigida, tudo conferido com antecedência para nenhum detalhe burocrático tirar você da disputa.
No dia, a participação é conduzida com a estratégia combinada. Depois do martelo: auto de arrematação, pagamento e comissão do leiloeiro, tudo acompanhado de perto.
Perder o imóvel, ou o sinal, por detalhe burocrático: cadastro fora do prazo, documento faltando, caução errada.
O medo número um de quem pensa em leilão tem plano desde antes do lance.
A situação de ocupação é verificada ainda na análise: você nunca descobre depois. Existindo ocupante, o caminho começa pelo acordo: notificação e desocupação amigável, conduzidas com respeito.
Quando o acordo não acontece, a advogada conduz a ação de imissão na posse até a saída efetiva. Comunicação com o ocupante, prazos processuais e audiências: tudo nas mãos de quem faz isso todos os dias.
Ficar com um imóvel que você não consegue usar. Prazos variam caso a caso, mas o caminho certo desde o primeiro dia encurta a estrada.
A assessoria só termina quando o imóvel está registrado no seu nome.
Carta de arrematação, ITBI, registro em cartório, transferência de titularidade e a baixa das dívidas conforme previsto no edital: a reta final é onde muita arrematação boa emperra, e aqui ela é conduzida até o fim.
Com o imóvel regularizado, você decide o próximo capítulo: morar, alugar ou revender. A AL.MA não participa da revenda, e isso é proposital: sem comissão de venda na mesa, o interesse defendido é só o seu.
Imóvel arrematado, mas travado na burocracia: sem registro, sem posse plena, sem plano.