Alini Machado não aprendeu leilão em curso de fim de semana. Aprendeu em obra, em cartório e com o próprio dinheiro na mesa.
Alini cresceu dentro do canteiro de obras. O pai, construtor, comprava, reformava e revendia imóveis quando isso ainda nem tinha nome. Ver casa virar patrimônio foi a primeira escola dela, muito antes do Direito.
A carreira começou longe dos leilões: gestão hospitalar em um dos maiores hospitais do Paraná e pós-graduação pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Uma trajetória sólida no corporativo, até ela decidir recomeçar e reconstruir a carreira sobre aquilo que a formou: imóveis.
Em 2021 veio a prova com a própria pele: ao lado do pai, arrematou dois apartamentos em leilão com capital próprio. Os dois foram revendidos em menos de duas semanas. É por isso que na AL.MA nenhum conselho é teórico: é conselho de quem arremata com o próprio dinheiro.
O nome da casa carrega isso. AL.MA são as iniciais de ALini MAchado: a marca não usa o nome dela, é feita dele. E o método é o mesmo desde o primeiro lance: ler o processo linha a linha, visitar o imóvel, entender a história de cada matrícula e definir o lance máximo junto com o cliente, antes do pregão.
"No leilão, oportunidade sem critério é só um lance no escuro. A AL.MA existe para acender a luz antes do martelo bater."